Plínio Pitaluga
FILIAÇÃO:
Octávio Pitaluga e Maria Nina Moreira Pitaluga
ANTES DA GUERRA
Nasceu em 13 de janeiro de 1910, em Cuibá, MT.
Em 28 Mar 1928, foi matriculado na Escola Militar de Realengo (EMR), na Capital Federal.
Em 31 Mar 1931, foi matriculado no 2º ano do curso da arma de Infantaria da EMR. Em 23 de maio, foi transferido para a arma de Artilharia, e matriculado no 2º ano do curso dessa Arma.
Em 4 Ago 1931, foi transferido para o Esquadrão de Cavalaria, em vista do resultado na prova de Equitação e ter sido julgado apto para matrícula no curso de Cavalaria.
Em 16 Nov 1931, foi excluído da EMR por haver cometido falta considerada de natureza grave. Em 10 Maio 1933, por determinação do Ministro da Guerra, foi reincluído na EMR e no 2º ano do curso de Cavalaria.
Em 25 Ago 1933, prestou o compromisso de Cadete e recebeu o espadim.
Em 15 Fev 1935, foi declarado aspirante-a-oficial e excluído da Escola Militar de Realengo, indo apresentar-se no Departamento do Pessoal do Exército.
Em 12 Maio 1935, apresentou-se no 8º Regimento de Cavalaria Independente (RCI), na guarnição militar de Uruguaiana, RS, onde serviu até 2 Mar 1936.
Em 7 Abr 1936, já segundo-tenente, apresentou-se no 4º Regimento de Cavalaria Divisionária, na guarnição de Três Corações, MG, assumindo função de subalterno no 1º Esquadrão de Cavalaria. Por Decreto de 24 Maio 1936, foi promovido a primeiro-tenente.
Em 8 Nov 1938, apresentou-se no 12º RCI, em Bagé, RS, onde exerceu as funções de instrutor de candidatos a cabos e sargentos e comandante dos 1º e 3º Esquadrões de Cavalaria e do Esquadrão de Metralhadoras.
Em 7 Jun 1940, apresentou-se no Centro de Instrução de Motorização e Mecanização (CIMM), na guarnição da Vila Militar e Deodoro, na Capital Federal. A partir 28 FEV 1941, dirigiu o Curso de Carros de Combate.
Referências elogiosas do comandante do CIMM corroboram os louvores de comandantes anteriores, e destacam sua inteligência, iniciativa, lealdade, franqueza, disciplina e educação; destacam, também, o seu “tino diplomático e consequente espírito harmonizador”.
A partir de junho de 1941, realizou o curso para oficiais do Regimento do CIMM, na categoria motomecanização. Conceito emitido ao final desse curso: “Oficial muito inteligente e de atitudes corretas, aprende muito facilmente as questões que lhe são propostas. Tem atitudes decididas, mas espírito demasiadamente franco. Precipita-se, às vezes, induzindo o chefe a um juízo errôneo a seu respeito, à primeira vista. Redige bem e com clareza. Tem atitude militar e espírito de iniciativa notável. Está apto para o comando de subunidade motomecanizada”.
Em fevereiro de 1942, apresentou-se no 7º Regimento Cavalaria Divisionária (RCD) – Ala Motomecanizada, em Recife, PE, assumindo a função de subalterno do Esquadrão de Carros de Reconhecimento.
A partir de 22 Jul 1943, participou de cursos e estágios nas áreas de manutenção, armazenagem e suprimento de material bélico e participou de manobras militares em diversas unidades do Exército dos Estados Unidos da América.
Em 5 Fev 1944, após retornar dos EUA, apresentou-se na Diretoria de Motomecanização, na Capital Federal.
Em 10 Abr 1944, apresentou-se no 1º Esquadrão de Reconhecimento da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, onde assumiu as funções de subcomandante e fiscal administrativo.
Em 22 Set 1944, o navio de transporte de pessoal Gen. Mann desatracou do porto do Rio de Janeiro, levando-o para a guerra.
DURANTE A GUERRA
Durante o deslocamento para a Itália, desempenhou a função de auxiliar de compartimento. Pelo desempenho nessa função, seguindo ordem do general Cordeiro de Farias, comandante do Grupamento, o tenente-coronel Ademar de Queiroz, chefe dos encarregados de compartimentos, louvou o primeiro-tenente Apollo nos seguintes termos: “Cumpro o dever de participar a V. Exa. que os oficiais constantes de lista inclusa, que desempenharam, durante a viagem de transporte do 2º Escalão da Força Expedicionária Brasileira do Rio de Janeiro até Nápoles, a bordo do navio General Mann, as funções de auxiliar do compartimento, sempre se conduziram, no cumprimento de tão árdua e trabalhosa incumbência com a maior boa vontade, dedicação e tato, revelando, em todas as oportunidades o extremo interesse pelo serviço, inexcedível zelo e maior preocupação em relação à disciplina e ao conforto da tropa, e bem assim, à conservação e limpeza do navio a seu cargo. Graças à assistência ininterrupta e ao interesse pelos serviços manifestados por esse oficial, de um lado, e, de outro, ao alto grau de disciplina e compreensão do dever da tropa, o serviço dos compartimentos ocorreu sempre debaixo da mais completa ordem. Por todas essas razões que acabo de externar a V. Exa., os oficiais em apreço se tornaram credores dos meus melhores agradecimentos e louvor. Antes de terminar, cabe-me, porém, cabe o dever de comunicar a V. Excia. que o 1º Ten. PLÍNIO PITALUGA tornou-se merecedor de preferência especial de minha parte porque, embora, de início enjoado, e, mais tarde, podendo ser substituído, manteve-se, voluntariamente, do início ao termo da viagem, nas funções de oficial de compartimento, onde se achavam alojadas as praças do Esquadrão. De Reconhecimento, de que é subcomandante. A atitude desse Oficial evidencia a sua elevada personalidade e alto espírito militar, além de constituir um magnífico exemplo para os seus camaradas e subordinados”.
Em 6 Out 1944, chegou a Nápoles, permanecendo a bordo. Em 9 de outubro, embarcou na LCI 528, na qual deslocou-se, por via marítima, para Livorno, onde chegou no dia 11. No dia 12, desembarcou e seguiu para o acampamento em San Rossore (Pisa).
Em 14 de novembro, deslocou-se para Granaglione. Em 16 de novembro, seguindo ordem de operações, o esquadrão substituiu tropa americana em Crucialle, entrando em posição. Em 18, passou àq disposição de 2º Grupo Blindado Americano, em 19, o Esquadrão ocupou e organizou a defesa da cidade de Gaggio Montano. Em 21 de novembro, o Esquadrão deslocou-se para a região de Malivita, ficando em condições de apoiar o 2º Grupo Blindado no ataque ao Monte Castelo. Em 22, ocupou posição em Colina, passando para a reserva, em Granaglione, em 23 de novembro.
Em dezembro de 1944, foi promovido ao posto de Capitão.
Em 10 Jan 1945, assumiu o comando efetivo do 1º Esquadrão de Reconhecimento, por ter o seu comandante anterior sido julgado incapaz para o serviço na linha de frente. Em 11 de janeiro deslocou-se com o Esquadrão de Granaglione para Borgo Capone e, em 22 de fevereiro, para Vidiciatico e Sierracicchio, onde entrou em posição, e, em 23 de março, desta para La Cá.
Parte do grande número de deslocamentos, que refletem a mobilidade dos carros do esquadrão motomecanizado, podem ser vistos nas referências elogiosas, transcritas na sequência.
Em 12 Jul 1945, delocou-se de Francolise para Nápoles, onde embarcou no navio Pedro I, para retornar ao Brasil, onde chegou em 3 Ago 1945.
Referências elogiosas individuais
– Em 10 Jan 1945, pelo comandante do Esquadrão, capitão Flávio Franco Ferreira: “Capitão Plínio Pitaluga, que durante oito meses desempenhou a função de subcomandante, ajudando a este Comando na organização final desta Unidade que devia vir para a guerra, como a única tropa de Cavalaria. Revelou sempre, quando no Brasil ainda, como aqui no campo de luta, lealdade, perseverança, grande capacidade profissional, conhecedor profundo de suas funções, auxiliar infatigável de um vigor físico invejável, audacioso, encerrando em si todas as características de um verdadeiro oficial de Cavalaria. O Capitão Pitaluga, tenho certeza, saberá elevar mais alto ainda o nome da nossa Cavalaria e do 1º Esquadrão de Reconhecimento em particular”.
– Em 24 Mar 1945, pelo comandante do Quarteirão W, major Júlio Maximiliano Oliveira Filho: “Capitão Plínio Pitaluga, ao ser afastado para exercer suas atividades em outras missões, mais próprias ao emprego de sua Arma, este Comando está certo de que as cumprirá com brilho, pois este distinto oficial deu aqui a mais exuberante prova de conhecimento profissional. Sempre pronto para qualquer missão, sustentou com o Esquadrão por várias vezes, com firmeza, bombardeios dos morteiros e artilharia inimigos. Comanda a sua Unidade com entusiasmo e eficiência. Sabe observar o espírito da sua Arma. Por todas essas razões, o comandante do Quarteirão lamenta profundamente o afastamento de tão distinto oficial”.
– Em 31 Mar 1945, publicado no Boletim da 1ª DIE: “Tendo em vista o resultado das inspeções de material bélico levadas a efeito pelo chefe do respectivo serviço durante o mês de fevereiro findo, elogio o Capitão Plínio Pitaluga, Comandante do Esquadrão de Reconhecimento, pela excelente apresentação do material, do armamento, das viaturas e da escrituração de sua Unidade. Destaco o Esquadrão do Capitão Pitaluga por ter apresentado o melhor resultado dentre as Unidades desta Divisão, inspecionados pela chefia do S.M.B. [Serviço de Material Bélico] naquele mês…”.
– Em 8 Abr 1945, publicado no Boletim da 1ª DIE: “O Capitão Plínio Pitaluga, no comando do 1º Esquadrão de Reconhecimento, no nosso atual Teatro de Operações do Vale do Reno (Itália), vem se constituindo numa garantia para a atuação de sua Unidade, pela repetitiva repetidas demonstrações que dá de energia, noção exata do cumprimento do dever, perseverança, conhecimento do emprego do material e capacidade de seus homens, lealdade, iniciativa, espírito de cooperação e serenidade diante das situações difíceis. A princípio, como Subcomandante, desempenhou de maneira a merecer as melhores referências do seu comandante pelas inúmeras qualidades profissionais e morais, reveladas tanto na organização, no preparo, na organização e no preparo de sua Subunidade no Rio, como no transporte para a Itália e nas primeiras missões de guerra que lhe foram atribuídas. Assumindo o Comando, impôs-se como verdadeiro chefe de combate; vigilante e ativo, fiscaliza e assiste com interesse modelar o armamento e as viaturas, como já tem sido destacado e esforça-se para dar o máximo de conforto ao seu pessoal, evidenciando seus dotes de administrador honesto que sabe o que pode exigir dos seus homens e do material nas diversas situações em que se tem encontrado a Unidade. Nas missões dadas ao Esquadrão, quer na reserva, quer empenhado na frente, muitas vezes em terreno dificílimo, o Capitão Pitaluga destaca-se pela consciência com que as cumpre, inspirando confiança ao Comando Superior. Sem destemor diante do perigo, saliento-o entre seus camaradas. Suas atitudes claras e maneira distinta, senso de observação e critério, trazem para sua pessoa a admiração, o respeito e a simpatia de seus superiores e subordinados. Tendo o Capitão Pitaluga a melhor impressão que se possa fazer de um Comandante de tropa, apresento-lhe meus louvores sinceros e sinceras felicitações”.
– Em 20 Jun 1945, publicado no Boletim da 1ª DIE em que o Gen. Mascarenhas de Moraes compartilha os louvores formulados pelos comandantes do 5º Exército e do IV Corpo de Exército enaltecendo a atuação da Divisão Brasileira pela vitória dos Aliados no TO da Itália: “Militar jovem, inteligente e capaz, o Capitão Plínio Pitaluga, comandante do 1º Esquadrão de Reconhecimento, tem demonstrado notáveis qualidades que o apontam como perfeito oficial de Cavalaria. Foi uma figura destacada na frente do seu Esquadrão no final da fase das operações. Lançado no eixo Montese-Ranocchio, no dia 19 de abril, logo após a consolidação da posse de Montese, conseguiu agir rapidamente, alcançando o rio Panaro, apesar das resistências do inimigo, contribuiu decisivamente na limpeza dessa zona e, em seguida, tomou contato com o inimigo em Marano su Panaro, agindo com alto espírito de decisão e destemor, apesar do pequeno efetivo da sua tropa e da distância a que se encontrava da vanguarda da D.I.E.. Retornando, por terminação da missão, foi novamente lançado ao S. da estrada nº 9 (Via Emília), no eixo geral Sassuolo-Scandiano-San Polo D’Enza-Collecchio, para retomar o contato e retardar o inimigo, enquanto as vanguardas da D.I. progrediam o mais rapidamente possível. Essa missão foi cumprida de maneira verdadeiramente excepcional e honrosa para o Capitão Pitaluga, que, dentro em breve, no curso da jornada de 25 de abril, entrava em íntimo e agressivo contato com a vanguarda da 148ª D.I. Alemã em Collecchio. Agindo com incrível rapidez, o 1º Esquadrão de Reconhecimento atirou-se audaciosamente contra dois batalhões da 90ª Divisão Panzer, que fazia a vanguarda da 148ª D.I. Alemã; contava, para isso, exclusivamente com seus três pelotões de reconhecimento, com o efetivo da ordem de cento e vinte (120) homens apenas. A impetuosidade de sua ação surpreendeu o inimigo. O Esquadrão, além disso, colaborou destacadamente na tomada de Collecchio, na ação da vanguarda da Divisão. As consequências desse feito colocam-no entre os de maior relevo em toda a sua campanha no teatro de operações da Itália. Repelidas as vanguardas alemãs, novamente o esquadrão de reconhecimento foi lançado em outro eixo Noceto-Medesano-Fellegara-Fornovo, na margem W. do rio Taro, por onde o inimigo fazia outra tentativa de atingir a estrada nº 9, missão bem cumprida em ligação com outras tropas. O inimigo foi fixado em Felegara, continuando o Esquadrão a avançar na direção de Fornovo. Este conjunto de ações constituíram verdadeiros preliminares da rendição da 148ª Divisão Alemã. Cabe, portanto, ao valoroso Esquadrão e, em particular, ao seu comandante, Capitão Pitaluga, todo o significado desta citação pelos relevantes serviços prestados. Apresento também os meus louvores ao Capitão Pitaluga pela inestimável, exemplar e corajosa colaboração que prestou à 3ª Seção da D.I.E., quando na jornada de Montese, sob ininterruptos e pesados bombardeios, auxiliou com calma e presteza no estabelecimento da ligação Infantaria-Carros e na entrada em ação do III/6º RI. Encerrada a vitoriosa campanha da Itália, desejo registrar os magnífica, a magnífica impressão que tenho da ação do comando do Capitão Pitaluga, fazendo os mais sinceros votos de plenos êxitos em sua carreira militar, agora abrilhantada pelos excepcionais exemplos que soube dar no teatro de guerra”.
APÓS A GUERRA
De volta ao Brasil, permaneceu no comando do 1º Esquadrão de Reconhecimento até 7 Jan 1947.
Entre 25 Fev 1947 e 27 Jan 1950, foi aluno da Escola de Estado-Maior (EEM), no Rio de Janeiro.
Foi estagiar no Quartel-General (QG) da 2ª Região Militar, em São Paulo, onde permaneceu até 24 Mar 1951.
Em 7 Abr 1951, apresentou-se no QG do Núcleo da Divisão Blindada, na Capital federal. Em 25 Jul 1951, foi promovido a major.
Em 5 Ago 1952, assumiu a função de instrutor do Curso de Cavalaria, na EEM, função que exerceu até 15 Fev 1954, quando passou á disposição do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA).
Por Decreto de 10 Nov 1952, foi nomeado membro da Comissão que tratará da repatriação dos despojos dos brasileiros do cemitério militar de Pistoia, bem como da remodelação do Panteon existente sob o monumento ao Duque de Caxias ou construção de um mausoléu para abrigar os referidos despojos.
Em 28 Abr 1954, foi matriculado no Curso de Estado-Maior e Comando das Forças Armadas, na Escola Superior de Guerra (ESG), concluído em 7 Dez 1955.
Após a conclusão do curso na ESG, foi transferido para a 7ª Circunscrição de Recrutamento, em Goiânia, GO. Em abril de 1957, foi promovido a tenente-coronel.
De 29 Dez 1958 a 28 Dez 1960, atuou na Diretoria de Aperfeiçoamento e Especialização, em Realengo, DF, onde participou de importantes Comissões de estudos sobre a guerra moderna e na área do ensino e do esporte no Exército.
Em 6 Fev 1961, assumiu o comando do 13º Regimento de Cavalaria – o tradicional “Regimento Osório”, em Jaguarão, RS.
Em 11 Out 1961, assumiu a função de subcomandante e diretor de Ensino da Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações, MG. Promovido a coronel em dezembro de 1963, em 3 Fev 1964, foi desligado da ESA.
Entre 10 Abr 1964 e 29 Abr 1966, comandou o Regimento de Reconhecimento Mecanizado, no Rio de Janeiro, GB.
Em 30 Maio 1966, apresentou-se no Gabinete do Ministro de Guerra, em consequência do publicado no Diário Oficial da União de 14 Abr 1966, que o designou para o Escalão Avançado, em Brasília.
Entre 4 e 23 Jun 1966, integrou a Comissão Federal que participou das atividades alusivas à inauguração do Monumento Votivo Militar Brasileiro, em Pistoia, Itália.
Em 10 Dez 1966, foi nomeado Adido Militar do Exército junto à Embaixada Brasileira na República Argentina, em Buenos Aires, função exercida a partir de 5 Abr 1967.
Em 25 Jul 1968, foi promovido a general de brigada.
Em 1969, pós retornar da missão na Argentina, assumiu o comando da 4ª Divisão de Cavalaria (atual 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada – Brigada Guaicurus), com sede em Campo Grande, MT, onde permaneceu até 7 Mar 1972, quando foi transferido para a reserva remunerada, após 45 anos de serviço.
Já na reserva remunerada, foi eleito presidente nacional da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil. Por cerca de 30 anos, reeleito a cada biênio, exerceu essa função, deixando um legado de luta pelos direitos dos ex-combatentes.
Em maio de 1995, integrou a comitiva presidencial por ocasião das comemorações do 50º aniversário do término da Segunda Guerra Mundial, em Londres.
Em 13 Nov 2002, o 1º Esquadrão de Cavalaria Leve – Esquadrão Tenente Amaro inaugurou o “Museu Capitão Pitaluga”. Sediado em Valença, RJ, o espaço, criado com o apoio da a Associação dos Ex-Combatentes do Brasil – Seção de Valença, mantém peças de uniformes e armamentos nacionais e estrangeiros, medalhas, fotografias e documentos históricos e viaturas que aludem à participação da FEB e do Esquadrão na Segunda guerra Mundial.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 2002.
Em 23 Maio 2003, por meio da Portaria nº 274, o comandante do Exército concedeu ao 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado, localizado em Jaguarão, RS, a denominação histórica de ‘’Regimento General Pitaluga’’.
Em abril de 2005, a AECB-SV instituiu a Medalha General Plínio Pitaluga, no intuito de reconhecer pessoas e entidades que prestam apoio aos ex-combatentes.
Em 2005, os formandos da Escola da Sargentos das Armas escolheram a denominação “Turma General Plínio Pitaluga”, em homenagem ao herói da FEB.
Em 2011, os alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Exército reverenciaram a sua memória, adotando a denominação “Turma General Plínio Pitaluga”.
MEDALHAS E CONDECORAÇÕES
- Medalha Cruz de Combate de 1ª Classe
- Medalha de Campanha
- Medalha Sangue do Brasil
- Medalha da Ordem do Mérito Militar, grau grão-mestre
- Medalha Militar de Ouro com passador de platina
Medalha Mérito Tamandaré
- Medalha Tiradentes (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro)
- Membro Honorário do IV Corpo de Exército (EUA)
Medalha Estrela de Bronze – Bronze Star (EUA)
- Medalha ao Valor Militar (Itália)
- Ordem do Mérito da República Italiana, grau Comendador
- Medalha Cruz de Guerra, com palma (França)
- Ordem do Mérito Militar (Argentina)
OBSERVAÇÕES
– Comandou o 1º Esquadrão de Reconhecimento (no Boletim do Exército Reservado nº 16, de 13 de agosto de 1943, consta a denominação “Esquadrão Motomecanizado de Reconhecimento”).
– Foi promovido a Capitão durante a Campanha da FEB, na Itália.
FONTES
Histórico do Pessoal Militar (Folhas de Alterações) cedido pelo Arquivo Histórico do Exército e 1º Esquadrão de Cavalaria Leve – Esquadrão Tenente Amaro.
Capitão Pitaluga – Campanhas – Exército Brasileiro (acessado em 17 Dez 25)
https://pt.linkedin.com/pulse/general-pitaluga-patrono-do-15%C2%BA-regimento-de-octavio-pitaluga-neto-1aacf (visto em 24 Dez 25)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Plinio_Pitaluga (visto em 26 Dez 25)
https://www.calameo.com/read/005266074c6c0c1cacd39 – Revista “O Monitor” (visto em 26 Dez 25)
https://avozdacidade.com/wp/museu-capitao-pitaluga-abriga-valioso-acervo-da-segunda-guerra-mundial/ (visto em 29 Dez 25)
CRÉDITOS
Museu Virtual da FEB / Fröhlich, Sirio S.
